Na verdade, com estes consumos não poderás ser acusadoPois é... mas a besta já fez comigo 37183 kms com uma media global de 3,83 l/100kms.
Auris Touring Sports Híbrido - Journey
Moderator: chorao
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
por mpsfilho » 03 dez 2020, 22:15

Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
Ponto da situação em relação ao Journey
Tem neste momento 175500 km (80000Km desde a conversão), média de 6,9 l/100Km de GPL, com utilização 90% em A.E. e I.C..
O retorno do investimento no kit já foi atingido há muito tempo(aos 140000Km).
Problemas a relatar:
1º
Barulho estranho, como um zumbido, em estrada. Passado algum tempo fui mudar os pneus e notaram que um dos pneus de trás estava ovalizado. Experimentaram os amortecedores e verificaram que o amortecedor daquele lado não estava bom. Logo troquei ambos os amortecedores (para além dos pneus).
2º
Mais recentemente uma vibração que só ocorre a determinada rotação/carga do motor. Foi investigado o problema e parece ser o miolo do catalisador(que funciona normalmente, de resto). Como já por 2 ou 3 vezes bati com a parte de baixo do carro a entrar na garagem(o carro é baixo e quando está carregado e com 4 pessoas bate). Nestas situações tenho que retirar os passageiros antes de entrar na garagem mas esqueci-me disso naquelas vezes. Assim, é natural que com o catalisador quente, aquelas pancadas secas tenham desprendido o miolo do catalisador(que custa uns 1500€ na Toyota). Enquanto estiver a realizar bem a sua função não tenciono substituí-lo, a menos que o barulho aumente.
3º
Por vezes, quando faço percursos longos em A.E. e abrando, por exemplo numa portagem, se o carro entra em modo EV(isto é, para o motor), quando volta a arrancar treme durante alguns segundos. Julgo que a interrupção do consumo de GPL leva a pressão a aumentar na zona do rail, levando eventualmente à formação de bolhas de GPL gasoso. Se comutar para gasolina 3 ou 4 Km antes da portagem, e depois voltar a comutar para GPL não acontece. De referir que quando comuto novamente para GPL o sistema faz uma recirculação de todo o GPL líquido que se encontra no circuito, através do depósito, purgando qualquer GPL gasoso.
Por outro lado:
A bateria tem mais de 11 anos (já está fora da garantia) e até agora, embora note uma pequena diminuição da autonomia E.V., está boa(e passa nos testes).
Dada a utilização que o carro tem(só cerca de 10% é que urbana), não é de admirar(durante as viagens a carga da bateria mantem-se, praticamente não há cargas e descargas). Tem também a vantagem de ser uma bateria de Ni-MH, que não tem o problema de envelhecimento das baterias de iões de lítio.
Tem neste momento 175500 km (80000Km desde a conversão), média de 6,9 l/100Km de GPL, com utilização 90% em A.E. e I.C..
O retorno do investimento no kit já foi atingido há muito tempo(aos 140000Km).
Problemas a relatar:
1º
Barulho estranho, como um zumbido, em estrada. Passado algum tempo fui mudar os pneus e notaram que um dos pneus de trás estava ovalizado. Experimentaram os amortecedores e verificaram que o amortecedor daquele lado não estava bom. Logo troquei ambos os amortecedores (para além dos pneus).
2º
Mais recentemente uma vibração que só ocorre a determinada rotação/carga do motor. Foi investigado o problema e parece ser o miolo do catalisador(que funciona normalmente, de resto). Como já por 2 ou 3 vezes bati com a parte de baixo do carro a entrar na garagem(o carro é baixo e quando está carregado e com 4 pessoas bate). Nestas situações tenho que retirar os passageiros antes de entrar na garagem mas esqueci-me disso naquelas vezes. Assim, é natural que com o catalisador quente, aquelas pancadas secas tenham desprendido o miolo do catalisador(que custa uns 1500€ na Toyota). Enquanto estiver a realizar bem a sua função não tenciono substituí-lo, a menos que o barulho aumente.
3º
Por vezes, quando faço percursos longos em A.E. e abrando, por exemplo numa portagem, se o carro entra em modo EV(isto é, para o motor), quando volta a arrancar treme durante alguns segundos. Julgo que a interrupção do consumo de GPL leva a pressão a aumentar na zona do rail, levando eventualmente à formação de bolhas de GPL gasoso. Se comutar para gasolina 3 ou 4 Km antes da portagem, e depois voltar a comutar para GPL não acontece. De referir que quando comuto novamente para GPL o sistema faz uma recirculação de todo o GPL líquido que se encontra no circuito, através do depósito, purgando qualquer GPL gasoso.
Por outro lado:
A bateria tem mais de 11 anos (já está fora da garantia) e até agora, embora note uma pequena diminuição da autonomia E.V., está boa(e passa nos testes).
Dada a utilização que o carro tem(só cerca de 10% é que urbana), não é de admirar(durante as viagens a carga da bateria mantem-se, praticamente não há cargas e descargas). Tem também a vantagem de ser uma bateria de Ni-MH, que não tem o problema de envelhecimento das baterias de iões de lítio.
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
Grande partilha que pode ajudar e esclarecer muita gente sobre a questão dos hibridos e do GPL.
No Facebook do "Autogas Portugal" veio ontem uma publicação a anunciar uma novidade mundial:
"INOVAÇÃO MUNDIAL: em 2025 foram lançados os primeiros motores hibridos que combinam Gasolina com GPL".
Aqui se vê a falta que este forum faz para clarificar as pessoas, mesmo responsáveis do setor (O Facebook "Autogas Portugal") é patrocinado pela EPCOL) não estão bem informadas. já lá fiz um comentário, podem fazer o mesmo para não ficar a ideia que foram as marcas de automóveis que se lembraram desta genialidade.
No Facebook do "Autogas Portugal" veio ontem uma publicação a anunciar uma novidade mundial:
"INOVAÇÃO MUNDIAL: em 2025 foram lançados os primeiros motores hibridos que combinam Gasolina com GPL".
Aqui se vê a falta que este forum faz para clarificar as pessoas, mesmo responsáveis do setor (O Facebook "Autogas Portugal") é patrocinado pela EPCOL) não estão bem informadas. já lá fiz um comentário, podem fazer o mesmo para não ficar a ideia que foram as marcas de automóveis que se lembraram desta genialidade.
Equipamentos de conversão de veículos a GPL.
Alex-Optima, Alex-IDEIA, V-Lube.
Alex-Optima, Alex-IDEIA, V-Lube.
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
Entrada para referir o que(espero) não seja nada mais do que o normal: o final de vida da bateria de 12V(que tem a idade do carro, isto é, quase 12 anos).
Basicamente o que ocorreu foi que a minha mulher chegou ao carro e telefonou-me a dizer que o carro não andava. Apenas ouvia um zumbido e que ela desligava o carro e o zumbido continuava(só muito mais tarde me lembrei que o zumbido deveria ser a bomba elétrica de GPL, uma vez que o meu sistema é de injeção líquida).
Depois disse-me, coisas estranhas, como não conseguir desligar o carro.
Disse-lhe para ela sair e trancar as portas. Acontece que depois deixou de as conseguir abrir. Ela referiu ainda ter aparecido uma mensagem a dizer "bateria baixa" ou qualquer coisa do gênero.
Isto foi à noite. No dia seguinte chamei uma empresa que se dedica exclusivamente à venda de baterias. Mais uma vez sem eu estar presente, analisou a bateria, que apresentava uma tensão inferior a 11V. Segundo ele uma das células está estragada. Depois, com o "booster", o carro ligou, normalmente, sem erros. Ligou ainda o motor de combustão, como normalmente. Mas, segundo ela, quando ligou o R o carro não andou. Agora estou à espera de uma bateria. A ver...só espero que não seja o conversor DC-DC.
Basicamente o que ocorreu foi que a minha mulher chegou ao carro e telefonou-me a dizer que o carro não andava. Apenas ouvia um zumbido e que ela desligava o carro e o zumbido continuava(só muito mais tarde me lembrei que o zumbido deveria ser a bomba elétrica de GPL, uma vez que o meu sistema é de injeção líquida).
Depois disse-me, coisas estranhas, como não conseguir desligar o carro.
Disse-lhe para ela sair e trancar as portas. Acontece que depois deixou de as conseguir abrir. Ela referiu ainda ter aparecido uma mensagem a dizer "bateria baixa" ou qualquer coisa do gênero.
Isto foi à noite. No dia seguinte chamei uma empresa que se dedica exclusivamente à venda de baterias. Mais uma vez sem eu estar presente, analisou a bateria, que apresentava uma tensão inferior a 11V. Segundo ele uma das células está estragada. Depois, com o "booster", o carro ligou, normalmente, sem erros. Ligou ainda o motor de combustão, como normalmente. Mas, segundo ela, quando ligou o R o carro não andou. Agora estou à espera de uma bateria. A ver...só espero que não seja o conversor DC-DC.
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
Atualização...
AGM ou não AGM?
A empresa de baterias, tal como já suspeitava, não tinha previsão para entrega de uma bateria AGM, tal como a original e preconizada pela Toyota.
Ao contrário do que se vai lendo por aí a diferença entre a bateria AGM Yuasa que vem de origem com os híbridos Toyota e as baterias de arranque convencionais(sendo ambas de Chumbo-ácido),vai muito para lá de questões de segurança.
AGM é o acrónimo para "Absorbent Glass Mat", ou "Manta absorvente de fibra de vidro". Basicamente o eletrólito(uma solução aquosa de ácido sulfúrico) que numa bateria convencional circula livremente dentro da bateria, neste caso é absorvido pela manta de fibra de vidro. Isto apresenta vantagens imediatas em termos de segurança, porque em caso de perfuração a probabilidade de um derrame de eletrólito é muito menor. Logo, ao estar colocada dentro do habitáculo (no porta-bagagens) este factor extra de segurança é apontado como o principal motivo para a recomendação da Toyota na utilização deste tipo de baterias.
Nada mais errado.
As baterias AGM apresentam também uma menor propensão à sulfatação(formação irreversível de sulfato de chumbo nas placas) ou seja duram mais tempo, sobretudo quando sujeitas a descargas mais profundas.
Para além de serem AGM as baterias recomendadas pela Toyota, ao contrário das baterias de arranque que apresentam placas porosas para permitirem correntes elevadas de carga e descarga, fornecidas, respetivamente, pelos alternadores e motores de arranque dos veículos convencionais, as 1ªs apresentam placas de chumbo maciças, não suportando(porque não precisam) correntes tão elevadas, mas são muito mais duradouras, porque não há desprendimento de pedaços de chumbo durante a carga/descarga.
Resumindo suportam descargas mais profundas(relembro que a carga é realizada a uma intensidade baixa, por isso em viagens curtas é natural que sofram descargas mais profundas do que as baterias de arranque).
Ou seja apesar de custar 200€(na Toyota), por comparação com os 85€ de uma bateria de arranque geometricamente equivalente irei optar pela AGM Yuasa.
É que ficar sem bateria de 12V num híbrido é particularmente aborrecido, porque, como é óbvio, não "pega de empurrão".
AGM ou não AGM?
A empresa de baterias, tal como já suspeitava, não tinha previsão para entrega de uma bateria AGM, tal como a original e preconizada pela Toyota.
Ao contrário do que se vai lendo por aí a diferença entre a bateria AGM Yuasa que vem de origem com os híbridos Toyota e as baterias de arranque convencionais(sendo ambas de Chumbo-ácido),vai muito para lá de questões de segurança.
AGM é o acrónimo para "Absorbent Glass Mat", ou "Manta absorvente de fibra de vidro". Basicamente o eletrólito(uma solução aquosa de ácido sulfúrico) que numa bateria convencional circula livremente dentro da bateria, neste caso é absorvido pela manta de fibra de vidro. Isto apresenta vantagens imediatas em termos de segurança, porque em caso de perfuração a probabilidade de um derrame de eletrólito é muito menor. Logo, ao estar colocada dentro do habitáculo (no porta-bagagens) este factor extra de segurança é apontado como o principal motivo para a recomendação da Toyota na utilização deste tipo de baterias.
Nada mais errado.
As baterias AGM apresentam também uma menor propensão à sulfatação(formação irreversível de sulfato de chumbo nas placas) ou seja duram mais tempo, sobretudo quando sujeitas a descargas mais profundas.
Para além de serem AGM as baterias recomendadas pela Toyota, ao contrário das baterias de arranque que apresentam placas porosas para permitirem correntes elevadas de carga e descarga, fornecidas, respetivamente, pelos alternadores e motores de arranque dos veículos convencionais, as 1ªs apresentam placas de chumbo maciças, não suportando(porque não precisam) correntes tão elevadas, mas são muito mais duradouras, porque não há desprendimento de pedaços de chumbo durante a carga/descarga.
Resumindo suportam descargas mais profundas(relembro que a carga é realizada a uma intensidade baixa, por isso em viagens curtas é natural que sofram descargas mais profundas do que as baterias de arranque).
Ou seja apesar de custar 200€(na Toyota), por comparação com os 85€ de uma bateria de arranque geometricamente equivalente irei optar pela AGM Yuasa.
É que ficar sem bateria de 12V num híbrido é particularmente aborrecido, porque, como é óbvio, não "pega de empurrão".
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
E lá foi instalada a bateria...pensei que fosse mais complicado.
Só perdi o conta-quilómetros parcial, C.B. e a memorização das estações de rádio.
Agora vou monitorizá-la de vez em quando.
Só perdi o conta-quilómetros parcial, C.B. e a memorização das estações de rádio.
Agora vou monitorizá-la de vez em quando.