Auris Touring Sports Híbrido - Journey
Moderator: chorao
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
por lobito » 17 ago 2017, 08:43
Bom relato da primeira "grande viagem" do Auris.
Quanto ao ritual do arranque não é muito diferente dos de caixa automática, o susto que eu e não só já apanhei, foi o contrário, estar parado tranquilamente e sem dar por isso ele começar a andar sorrateiramente de pantufas sem fazer barulho nenhum. Mas é algo que facilmente te habituas. Sabes ter o motor a trabalhar ao relanti? Se não fosse o chefe da oficina da Toyota acho que ainda hoje estava a tentar...
Bom relato da primeira "grande viagem" do Auris.
Quanto ao ritual do arranque não é muito diferente dos de caixa automática, o susto que eu e não só já apanhei, foi o contrário, estar parado tranquilamente e sem dar por isso ele começar a andar sorrateiramente de pantufas sem fazer barulho nenhum. Mas é algo que facilmente te habituas. Sabes ter o motor a trabalhar ao relanti? Se não fosse o chefe da oficina da Toyota acho que ainda hoje estava a tentar...
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
por APHenriques » 17 ago 2017, 10:41
Tendo o carro em modo Ready e posição P ao carregar no acelerador o ICE arranca e vai até às 2500 rotações, mas desde que exista espaço de carga na bateria, uma vez que o carro não tem embraiagem, o que implica a geração de energia.
Pelo menos no meu Prius 2G é assim...
Existe um modo de "inspeção", mas nunca me preocupei como fazer, pois o centro de inspeções onde vou conhecem o carro melhor que eu.
É preciso cuidado na circulação em zonas urbanas com peões.... não esquecer que o carro é silencioso.
Passo com frequência por essa situação, numa rua estreita onde as pessoas circulam a pé descontraidamente sem perceber que tem um carro nos calcanhares.
E apitar pode provocar um ataque de coração a alguém.
Tendo o carro em modo Ready e posição P ao carregar no acelerador o ICE arranca e vai até às 2500 rotações, mas desde que exista espaço de carga na bateria, uma vez que o carro não tem embraiagem, o que implica a geração de energia.
Pelo menos no meu Prius 2G é assim...
Existe um modo de "inspeção", mas nunca me preocupei como fazer, pois o centro de inspeções onde vou conhecem o carro melhor que eu.
É preciso cuidado na circulação em zonas urbanas com peões.... não esquecer que o carro é silencioso.
Passo com frequência por essa situação, numa rua estreita onde as pessoas circulam a pé descontraidamente sem perceber que tem um carro nos calcanhares.
E apitar pode provocar um ataque de coração a alguém.
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
por Braz » 17 ago 2017, 12:03
Chave em "ON", pisar duas vezes no acelerador, colocar manete em "N", pisar acelerador 2x, colocar em "P", pisar 2x acelerador... --> Estamos em modo "Manutenção"Bom relato da primeira "grande viagem" do Auris.
Quanto ao ritual do arranque não é muito diferente dos de caixa automática, o susto que eu e não só já apanhei, foi o contrário, estar parado tranquilamente e sem dar por isso ele começar a andar sorrateiramente de pantufas sem fazer barulho nenhum. Mas é algo que facilmente te habituas. Sabes ter o motor a trabalhar ao relanti? Se não fosse o chefe da oficina da Toyota acho que ainda hoje estava a tentar...
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
por APHenriques » 17 ago 2017, 19:47
Já tinha visto essa indicação para o Prius 2G e 3G, mas nunca experimentei.... É igual no Auris?
Boa dica. Obrigado.Chave em "ON", pisar duas vezes no acelerador, colocar manete em "N", pisar acelerador 2x, colocar em "P", pisar 2x acelerador... --> Estamos em modo "Manutenção"
Já tinha visto essa indicação para o Prius 2G e 3G, mas nunca experimentei.... É igual no Auris?
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
por APHenriques » 17 ago 2017, 20:05
@rdd48856, fiquei com curiosidade de saber uma coisa:
Sobre a ventilação dos lugares traseiros, principalmente no Algarve, sente-se essa falta atrás?
Como te disse, o Prius tem apenas saídas de ar ao nível dos pés. Deve ser igual no Auris, mas aqui tenho temperaturas bem mais amenas, não sinto falta.
E em férias uso a C8.
@rdd48856, fiquei com curiosidade de saber uma coisa:
Sobre a ventilação dos lugares traseiros, principalmente no Algarve, sente-se essa falta atrás?
Como te disse, o Prius tem apenas saídas de ar ao nível dos pés. Deve ser igual no Auris, mas aqui tenho temperaturas bem mais amenas, não sinto falta.
E em férias uso a C8.
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
Fotos do Journey:
Frente: Lado: Trás: E o mais importante, o Buraco:
Frente: Lado: Trás: E o mais importante, o Buraco:
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
por rdd48856 » 2i abr 2018, 22:33
Mais uma página, mais uma aventura, retratada neste Diário de Bordo do meu Journey.
E esta começa por um lado por uma necessidade: a de levar a minha montada para a inevitável cirurgia à FrontFuels (e já vai tarde por motivos antes abordados), tanto mais que vem aí o petróleo a 80 U$. E por outro lado por uma curiosidade/desafio.
O de saber se seria possível superar o meu recorde pessoal de consumo estabelecido no Outono de 1992(há 25 anos) com o Fiat Uno 45SX, numa viagem Costa da Caparica --> Algarve: 4,5 l/100Km.
O Auris pesa o dobro e tem de cumprir normas ambientais (catalisador) que o Uno não tinha (os carros a carburador em baixa carga podem funcionar em mistura pobre).
Procurei ajustar as condições de circulação para que estas se aproximassem ao máximo das originais: trajeto EN125(ainda não existia A22), IP1(até Setúbal, que era onde terminava a A2) e depois A2 até ao Fogueteiro, velocidades entre os 50 e os 90 na 125 e IP1 e 120 na A2.
Partida às 6 horas e 20 minutos da manhã.
Toyota Auris em vez de Fiat Uno, e em vez do autorrádio com leitor de cassetes com autoreverse Smartphone com Spotify.
Playlist de 1992:
• Elton John - The One
• Guns N' Roses - Don't Cry (Original)
• R.E.M. - Radio Song
• Michael Jackson - Black or White - Single Version
• Guns N' Roses - Live And Let Die
• U2 - Mysterious Ways
• SNAP! - Colour Of Love
• George Michael;Elton John - Don't Let the Sun Go Down on Me
• Salt-N-Pepa - Let's Talk About Sex
• Resistencia - Nasce Selvagem
• Bruce Springsteen - Human Touch
• Genesis - I Can't Dance
• U2 - One
• The Cure - High
• The B-52's - Good Stuff
• Guns N' Roses - Knockin' On Heaven's Door
• Nirvana - Smells Like Teen Spirit
• Guns N' Roses - November Rain
• U2 - Even Better Than The Real Thing
• Prince - My Name Is Prince - Single Version
• Madonna - Erotica
• Xutos & Pontapés - Chuva Dissolvente
• GNR - Sangue Oculto
• Joker - Easy Come And Go
• K.W.S. - Please Don't Go
• Whitney Houston - I Will Always Love You
• Charles & Eddie - Would I Lie To You?
• Tasmin Archer - Sleeping Satellite
• Dr. Alban - It's My Life
• Richard Marx - Hazard
• Jon Secada - Just Another Day
• Mr. Big - To Be With You
• Michael Jackson - Heal The World
• Mariah Carey - I'll Be There
• Vanessa Williams - Save The Best For Last
• Kris Kross - Jump
• Ugly Kid Joe - Everything About You
• Brian May - Too Much Love Will Kill You
• Eric Clapton - Tears In Heaven
• Annie Lennox - Why
• Annie Lennox - Walking on Broken Glass
• Bon Jovi - Keep The Faith
• Sophie B. Hawkins - Damn I Wish I Was Your Lover
(Faltou o Maubere do Rui Veloso, que não estava disponível)
Tempo bastante mau, com muita chuva e trovoada (esperava não levar com nenhum tornado em cima que aqui no Algarve este ano já vamos em 3), com “November Rain” a assentar que nem uma luva. Os relâmpagos em altitude a somar à difusa luz do romper da aurora conferiam uma atmosfera típica dos filmes neo-noir como o Blade Runner. E ali estava eu numa máquina em que o computador ajustava permanentemente o regime de rotação dos 2 motores/geradores elétricos para espremer o motor de combustão ao máximo.
Acreditava que seria possível baixar dos 4,5, mas a atravessar a Serra Algarvia cheguei a ter dúvidas, com o C.B. teimosamente nos 4,3 (4,5 reais portanto). Não tenho experiência nenhuma de hypermiling e cheguei a perguntar-me se não teria sido melhor encher os pneus para além dos 2,3 bar recomendados e se ligar o ECO seria uma boa estratégia.
Outro fator muito negativo era o atrito constante nas poças de água em locais em que a estrada estava em mau estado.
A chegar a Alcácer ia nos 3,6 e o desafio seguinte seria o de saber em quanto é que o trajeto na A2 iria aumentar o consumo.
Chegada à FrontFuels pelas 10H35 assim:
por rdd48856 » 10 mai 2018, 23:05
Dia 4/5/2018, chegou a hora de ir buscar o carro. Para cima fui de WEV:
Sai de casa às 13H20, cheguei à estação do Pragal às 17H10, e estava na do Fogueteiro às 17H25. Por volta das 18H00 estava na FrontFuels.
Opções na instalação:
1)Instalação dos injetores: os injetores devem ser colocados o mais perto possível do coletor, idealmente montados no próprio coletor. Por isso havia uma opção a tomar, ou instalar os injetores na posição em que estão, dificultando, ou mesmo impedindo, a colocação da tampa ou colocar os injetores mais afastados. No entanto ainda não perdi a esperança de com algumas adaptações colocar a tampa no seu lugar.
Na fotografia é visível a bomba do V-Lube eletrónico (círculo vermelho), a aranha distribuidora (círculo verde) e os injetores (círculo laranja).
2)Tamanho do depósito: é possível instalar um depósito até 72 litros, mas isso tem alguns inconvenientes. A mala tem 3 compartimentos, o principal e dois outros, um imediatamente atrás dos bancos de trás e um que se acede levantando o fundo da bagageira. Tendo por base os consumos que realizo a gasolina (5,5), estou a prever um consumo médio de GPL de 6,5 e de gasolina de 0,5. Ora um depósito de 50 litros úteis dar-me-á uma autonomia (a GPL) de 770 Km, o que é suficiente para fazer as minhas viagens a Lisboa e regresso sem qualquer abastecimento intermédio. Por isso preferi ganhar espaço para reforçar a insonorização (uma das questões que se levanta nas injeções líquidas é a da audição do trabalhar da bomba de combustível dentro do habitáculo, ora num híbrido quando em modo EV isso pode ser particularmente aborrecido), tendo o objetivo sido totalmente atingido, não se ouve a bomba a trabalhar nem quando ele vai em EV. Sobrou-me ainda algum espaço de arrumação debaixo da tampa da mala.
3)Posição do comutador: gosto de ter o comutador à mão, por isso não me desagrada a sua colocação.
4)Bocal de abastecimento. Uma das decisões que tinha tomado seria a de fazer das tripas coração para não ter de usar adaptadores. Aliás a intenção original do Euroconnector foi precisamente a de eliminar completamente a emissão de hidrocarbonetos durante o abastecimento, tornando assim aquilo que já era uma vantagem sobre os combustíveis líquidos, a de ter um depósito completamente estanque com emissões nulas dai provenientes, numa ainda maior, a de também abastecer sem qualquer emissão de HCs.
O bocal ficou assim:
O @CVP fez um excelente trabalho.
Ora bem, depois de concluídas as verificações e de cumprimentar o pessoal, @CVP, @FF e família, foi altura de arrancar rumo à bomba do Jumbo em Coina.
A Pordata indica que o preço do litro de gasolina em 1992 era de 0,72€/l, será que conseguiria fazer a viagem a um preço inferior?
Ora bem arranquei da FrontFuels pela Nacional 10 rumo ao Jumbo de Coina para abastecer. Desliguei o rádio para ver ser ouvia a bomba do GPL e … nada.
Lá descobri a bomba do Jumbo e fui abastecer. Tinha duas pistolas à escolha (ainda comentei com o @FF que não deixaria de ser irónico ter um carro com bocal Euroconnector sem adaptador e depois encontrar a bomba com pistolas antigas). Agarrei na nova e começo o abastecimento, oiço o barulho habitual da bomba, olho para o mostrador da bomba e este não se mexia…interrompo o abastecimento e vejo um carro a estacionar do outro lado e foi então que percebi que a minha pistola era a do outro lado. Volto a colocar a pistola, com grande surpresa do outro condutor, que nunca devia ter visto nenhum carro com bocal Euroconnector direto, começo a abastecer e lá vejo o mostrador a andar. Coloquei 47,3 litros e paguei 27 euros. De seguida fui ao McDonalds, preparar-me para a longa viagem de regresso.
Arranco e andei perdido até que resolvi ligar o GPS e lá encontrei o caminho para a A2.
Aproveitei para ligar o Spotify.
Em relação à playlist de 1992 adicionei as seguintes músicas:
CeCe Peniston - Finally
SNAP! - Rhythm Is A Dancer - 12'' Version
The Cure - Friday I'm In Love
Patty Smyth - Sometimes Love Just Ain't Enough
Wet Wet Wet - Goodnight Girl
Jimmy Nail - Ain't No Doubt
Boyz II Men - End Of The Road
2 Unlimited - Twilight Zone
Roy Orbison - I Drove All Night
Tom Cochrane - Life Is A Highway
Technotronic - Move This (Shake That Body)
Bryan Adams - Do I Have To Say The Words?
Genesis - Hold On My Heart
Shanice - I Love Your Smile
Michael Bolton - When a Man Loves a Woman
Céline Dion; Peabo Bryson - Beauty And The Beast
Por volta das 20h00 entrava na A2.
Depois da Mimosa vi tratores a trabalhar nos campos com as luzes ligadas ao som de “Life is a Highway”, imediatamente me recordei do Faísca McQueen....
A chegar a Ourique no IC1, onde um companheiro de aventuras da adolescência perdeu a vida num acidente, tocava a “Chuva dissolvente”, dos Xutos.
“E o que foi feito de ti?
E o que foi feito de mim?
E o que foi feito de ti?
Já me lembrei, já me esqueci...
... E quando deres por ti
Entre a chuva dissolvente
És o pai de uma criança
No seu caminho de casa”
Como subitamente esta letra faz agora todo o sentido, ao contrário do que acontecia em 1992...
Passados alguns minutos recebo um telefonema de casa a perguntar a que horas chegaria (passava pouco das 23...), lá para a meia-noite e meia, atirei...
Numa das muitas subidas da Serra Algarvia tocou “I Drove All Night”...a versão da Cindy Lauper foi utilizada num spot publicitário de um carro, creio que do Renault 19. Alguém se lembra?
Já passava da meia-noite e meia quando cheguei a casa, com o C.B. assim:
Por esta fotografia parecia que objetivo iria ser conseguido, no entanto sabemos como os consumos de C.B. em carros convertidos são por vezes enganadores, não basta somar o erro e multiplicar por 1,3...Qual teria sido o consumo real do carro?
Depois de uma noite descansada, fui reabastecer à bomba da Galp habitual.
Cheguei lá com +0,1 no C.B.
Enchi o depósito com 14,65 litros ao preço em bomba de 0,644€/l, paguei 9,43€. Depois do desconto continente de 0,14€/l, paguei efetivamente 7,37€.
Bem sei que o erro nos abastecimentos de GPL é maior do que nos abastecimentos de combustíveis líquidos, no entanto, dado que em 1992 paguei 9,72€, a margem é suficiente para que possa dizer:
Missão cumprida!
Cálculos:
Consumos,
Atual:
Gasolina – 5,6 – preço da gasolina mais barata: 1,539€, ou seja 8,61€/100Km
Convertido – Gasolina – 0,5 – preço da gasolina na Galp em Ayamonte (vou lá umas 3 vezes por ano ao Mercadona, adoro a tarte de atum): 1,284€, ou seja 0,645€/100Km; GPL – preço, com desconto continente: 0,529€, ou seja 3,44€/100Km.
Total: 4,1€/100Km
Poupança: 4,5€/100Km: (2100€/4,5€) = 466, x100 = 46600Km.
Ou seja 2 anos e meio.
De notar que podia ter instalado um kit gasoso por 1500€, e a recuperação iria para uns 35000Km(gastava um pouco mais de gasolina).
por rdd48856 » 19 jun 2018, 19:45
E o @FF sempre resolveu o problema da tampa do motor, e cá está ela:
por rdd48856 » 22 jun 2018, 21:13
Bom mais uma atualização agora que finalmente abasteci (não tenho por hábito deixar acabar os depósitos de GPL, mas neste caso queria testar se a comutação para gasolina era suave e, sendo o meu kit de injeção líquida, se o aproveitamento do GPL era o ideal).
Em ambos os casos nada a referir.
Entretanto o carro foi à revisão na Toyota(revisão dos 105000Km).
É aquilo que eles chamam uma revisão intermédia, uma vez que as revisões são anuais ou a cada 15000Km.
Basicamente óleo e filtro, verificação dos líquidos e teste ao sistema híbrido por forma a garantir a bateria por mais 15000Km ou um ano.
Segundo o rececionista me informou este teste é gratuito em Portugal(não sei se será pago noutros países).
Foi o primeiro Toyota a GPL a fazer a revisão naquela oficina. As interrogações(um híbrido a GPL?) repetiram-se.
Estive a mostrar a instalação e a explicar o funcionamento (da injeção líquida e do lubrificador).
O resultado do teste está aqui: A razão deste teste, na minha opinião, tem mais que ver com a verificação do sistema híbrido na sua globalidade do que com a bateria em si.
É que é possível que uma falha no sistema de refrigeração ou no inversor/conversor possa levar a uma falha prematura da bateria.
De resto testar a bateria hoje com um teste destes (do tipo binário) nada me pode garantir em relação ao que se passará daqui a alguns meses.
E mesmo que a Toyota tenha resultados mais quantitativos não os estou a ver a substituir a bateria preventivamente(isto é antes da centralina do carro acusar erro).
Por outro lado pode ser uma forma da Toyota recolher informação global para o controlo de qualidade das baterias.
Paguei 142€, com a limpeza interior, o que concorre com a revisão do @mpsfilho na Renault(mas no meu caso não havia qualquer campanha).
Finalmente o consumo de GPL ficou-se pelos 6,1 litros (e o consumo de gasolina está nuns 0,3/0,4 litros com lubrificação de válvulas incluída e comutação para gasolina a partir das 4000 rpm).
Se tivesse atestado logo a seguir à viagem o consumo seria superior com certeza, mas entretanto fiz uns 150 Km até acabar o GPL e a média baixou.
Quando entreguei o carro para a revisão a média de C.B. estava em 5,6, como eles me colocaram o CB a zero e fui abastecer com a média a 4,5 é evidente o que acabei de referir. Mesmo assim um consumo muito bom tanto de gasolina como de GPL.
Parece que a injeção líquida casa mesmo bem com o HSD!
Mais uma página, mais uma aventura, retratada neste Diário de Bordo do meu Journey.
E esta começa por um lado por uma necessidade: a de levar a minha montada para a inevitável cirurgia à FrontFuels (e já vai tarde por motivos antes abordados), tanto mais que vem aí o petróleo a 80 U$. E por outro lado por uma curiosidade/desafio.
O de saber se seria possível superar o meu recorde pessoal de consumo estabelecido no Outono de 1992(há 25 anos) com o Fiat Uno 45SX, numa viagem Costa da Caparica --> Algarve: 4,5 l/100Km.
O Auris pesa o dobro e tem de cumprir normas ambientais (catalisador) que o Uno não tinha (os carros a carburador em baixa carga podem funcionar em mistura pobre).
Procurei ajustar as condições de circulação para que estas se aproximassem ao máximo das originais: trajeto EN125(ainda não existia A22), IP1(até Setúbal, que era onde terminava a A2) e depois A2 até ao Fogueteiro, velocidades entre os 50 e os 90 na 125 e IP1 e 120 na A2.
Partida às 6 horas e 20 minutos da manhã.
Toyota Auris em vez de Fiat Uno, e em vez do autorrádio com leitor de cassetes com autoreverse Smartphone com Spotify.
Playlist de 1992:
• Elton John - The One
• Guns N' Roses - Don't Cry (Original)
• R.E.M. - Radio Song
• Michael Jackson - Black or White - Single Version
• Guns N' Roses - Live And Let Die
• U2 - Mysterious Ways
• SNAP! - Colour Of Love
• George Michael;Elton John - Don't Let the Sun Go Down on Me
• Salt-N-Pepa - Let's Talk About Sex
• Resistencia - Nasce Selvagem
• Bruce Springsteen - Human Touch
• Genesis - I Can't Dance
• U2 - One
• The Cure - High
• The B-52's - Good Stuff
• Guns N' Roses - Knockin' On Heaven's Door
• Nirvana - Smells Like Teen Spirit
• Guns N' Roses - November Rain
• U2 - Even Better Than The Real Thing
• Prince - My Name Is Prince - Single Version
• Madonna - Erotica
• Xutos & Pontapés - Chuva Dissolvente
• GNR - Sangue Oculto
• Joker - Easy Come And Go
• K.W.S. - Please Don't Go
• Whitney Houston - I Will Always Love You
• Charles & Eddie - Would I Lie To You?
• Tasmin Archer - Sleeping Satellite
• Dr. Alban - It's My Life
• Richard Marx - Hazard
• Jon Secada - Just Another Day
• Mr. Big - To Be With You
• Michael Jackson - Heal The World
• Mariah Carey - I'll Be There
• Vanessa Williams - Save The Best For Last
• Kris Kross - Jump
• Ugly Kid Joe - Everything About You
• Brian May - Too Much Love Will Kill You
• Eric Clapton - Tears In Heaven
• Annie Lennox - Why
• Annie Lennox - Walking on Broken Glass
• Bon Jovi - Keep The Faith
• Sophie B. Hawkins - Damn I Wish I Was Your Lover
(Faltou o Maubere do Rui Veloso, que não estava disponível)
Tempo bastante mau, com muita chuva e trovoada (esperava não levar com nenhum tornado em cima que aqui no Algarve este ano já vamos em 3), com “November Rain” a assentar que nem uma luva. Os relâmpagos em altitude a somar à difusa luz do romper da aurora conferiam uma atmosfera típica dos filmes neo-noir como o Blade Runner. E ali estava eu numa máquina em que o computador ajustava permanentemente o regime de rotação dos 2 motores/geradores elétricos para espremer o motor de combustão ao máximo.
Acreditava que seria possível baixar dos 4,5, mas a atravessar a Serra Algarvia cheguei a ter dúvidas, com o C.B. teimosamente nos 4,3 (4,5 reais portanto). Não tenho experiência nenhuma de hypermiling e cheguei a perguntar-me se não teria sido melhor encher os pneus para além dos 2,3 bar recomendados e se ligar o ECO seria uma boa estratégia.
Outro fator muito negativo era o atrito constante nas poças de água em locais em que a estrada estava em mau estado.
A chegar a Alcácer ia nos 3,6 e o desafio seguinte seria o de saber em quanto é que o trajeto na A2 iria aumentar o consumo.
Chegada à FrontFuels pelas 10H35 assim:
por rdd48856 » 10 mai 2018, 23:05
Dia 4/5/2018, chegou a hora de ir buscar o carro. Para cima fui de WEV:
Sai de casa às 13H20, cheguei à estação do Pragal às 17H10, e estava na do Fogueteiro às 17H25. Por volta das 18H00 estava na FrontFuels.
Opções na instalação:
1)Instalação dos injetores: os injetores devem ser colocados o mais perto possível do coletor, idealmente montados no próprio coletor. Por isso havia uma opção a tomar, ou instalar os injetores na posição em que estão, dificultando, ou mesmo impedindo, a colocação da tampa ou colocar os injetores mais afastados. No entanto ainda não perdi a esperança de com algumas adaptações colocar a tampa no seu lugar.
Na fotografia é visível a bomba do V-Lube eletrónico (círculo vermelho), a aranha distribuidora (círculo verde) e os injetores (círculo laranja).
2)Tamanho do depósito: é possível instalar um depósito até 72 litros, mas isso tem alguns inconvenientes. A mala tem 3 compartimentos, o principal e dois outros, um imediatamente atrás dos bancos de trás e um que se acede levantando o fundo da bagageira. Tendo por base os consumos que realizo a gasolina (5,5), estou a prever um consumo médio de GPL de 6,5 e de gasolina de 0,5. Ora um depósito de 50 litros úteis dar-me-á uma autonomia (a GPL) de 770 Km, o que é suficiente para fazer as minhas viagens a Lisboa e regresso sem qualquer abastecimento intermédio. Por isso preferi ganhar espaço para reforçar a insonorização (uma das questões que se levanta nas injeções líquidas é a da audição do trabalhar da bomba de combustível dentro do habitáculo, ora num híbrido quando em modo EV isso pode ser particularmente aborrecido), tendo o objetivo sido totalmente atingido, não se ouve a bomba a trabalhar nem quando ele vai em EV. Sobrou-me ainda algum espaço de arrumação debaixo da tampa da mala.
3)Posição do comutador: gosto de ter o comutador à mão, por isso não me desagrada a sua colocação.
4)Bocal de abastecimento. Uma das decisões que tinha tomado seria a de fazer das tripas coração para não ter de usar adaptadores. Aliás a intenção original do Euroconnector foi precisamente a de eliminar completamente a emissão de hidrocarbonetos durante o abastecimento, tornando assim aquilo que já era uma vantagem sobre os combustíveis líquidos, a de ter um depósito completamente estanque com emissões nulas dai provenientes, numa ainda maior, a de também abastecer sem qualquer emissão de HCs.
O bocal ficou assim:
O @CVP fez um excelente trabalho.
Ora bem, depois de concluídas as verificações e de cumprimentar o pessoal, @CVP, @FF e família, foi altura de arrancar rumo à bomba do Jumbo em Coina.
A Pordata indica que o preço do litro de gasolina em 1992 era de 0,72€/l, será que conseguiria fazer a viagem a um preço inferior?
Ora bem arranquei da FrontFuels pela Nacional 10 rumo ao Jumbo de Coina para abastecer. Desliguei o rádio para ver ser ouvia a bomba do GPL e … nada.
Lá descobri a bomba do Jumbo e fui abastecer. Tinha duas pistolas à escolha (ainda comentei com o @FF que não deixaria de ser irónico ter um carro com bocal Euroconnector sem adaptador e depois encontrar a bomba com pistolas antigas). Agarrei na nova e começo o abastecimento, oiço o barulho habitual da bomba, olho para o mostrador da bomba e este não se mexia…interrompo o abastecimento e vejo um carro a estacionar do outro lado e foi então que percebi que a minha pistola era a do outro lado. Volto a colocar a pistola, com grande surpresa do outro condutor, que nunca devia ter visto nenhum carro com bocal Euroconnector direto, começo a abastecer e lá vejo o mostrador a andar. Coloquei 47,3 litros e paguei 27 euros. De seguida fui ao McDonalds, preparar-me para a longa viagem de regresso.
Arranco e andei perdido até que resolvi ligar o GPS e lá encontrei o caminho para a A2.
Aproveitei para ligar o Spotify.
Em relação à playlist de 1992 adicionei as seguintes músicas:
CeCe Peniston - Finally
SNAP! - Rhythm Is A Dancer - 12'' Version
The Cure - Friday I'm In Love
Patty Smyth - Sometimes Love Just Ain't Enough
Wet Wet Wet - Goodnight Girl
Jimmy Nail - Ain't No Doubt
Boyz II Men - End Of The Road
2 Unlimited - Twilight Zone
Roy Orbison - I Drove All Night
Tom Cochrane - Life Is A Highway
Technotronic - Move This (Shake That Body)
Bryan Adams - Do I Have To Say The Words?
Genesis - Hold On My Heart
Shanice - I Love Your Smile
Michael Bolton - When a Man Loves a Woman
Céline Dion; Peabo Bryson - Beauty And The Beast
Por volta das 20h00 entrava na A2.
Depois da Mimosa vi tratores a trabalhar nos campos com as luzes ligadas ao som de “Life is a Highway”, imediatamente me recordei do Faísca McQueen....
A chegar a Ourique no IC1, onde um companheiro de aventuras da adolescência perdeu a vida num acidente, tocava a “Chuva dissolvente”, dos Xutos.
“E o que foi feito de ti?
E o que foi feito de mim?
E o que foi feito de ti?
Já me lembrei, já me esqueci...
... E quando deres por ti
Entre a chuva dissolvente
És o pai de uma criança
No seu caminho de casa”
Como subitamente esta letra faz agora todo o sentido, ao contrário do que acontecia em 1992...
Passados alguns minutos recebo um telefonema de casa a perguntar a que horas chegaria (passava pouco das 23...), lá para a meia-noite e meia, atirei...
Numa das muitas subidas da Serra Algarvia tocou “I Drove All Night”...a versão da Cindy Lauper foi utilizada num spot publicitário de um carro, creio que do Renault 19. Alguém se lembra?
Já passava da meia-noite e meia quando cheguei a casa, com o C.B. assim:
Por esta fotografia parecia que objetivo iria ser conseguido, no entanto sabemos como os consumos de C.B. em carros convertidos são por vezes enganadores, não basta somar o erro e multiplicar por 1,3...Qual teria sido o consumo real do carro?
Depois de uma noite descansada, fui reabastecer à bomba da Galp habitual.
Cheguei lá com +0,1 no C.B.
Enchi o depósito com 14,65 litros ao preço em bomba de 0,644€/l, paguei 9,43€. Depois do desconto continente de 0,14€/l, paguei efetivamente 7,37€.
Bem sei que o erro nos abastecimentos de GPL é maior do que nos abastecimentos de combustíveis líquidos, no entanto, dado que em 1992 paguei 9,72€, a margem é suficiente para que possa dizer:
Missão cumprida!
Cálculos:
Consumos,
Atual:
Gasolina – 5,6 – preço da gasolina mais barata: 1,539€, ou seja 8,61€/100Km
Convertido – Gasolina – 0,5 – preço da gasolina na Galp em Ayamonte (vou lá umas 3 vezes por ano ao Mercadona, adoro a tarte de atum): 1,284€, ou seja 0,645€/100Km; GPL – preço, com desconto continente: 0,529€, ou seja 3,44€/100Km.
Total: 4,1€/100Km
Poupança: 4,5€/100Km: (2100€/4,5€) = 466, x100 = 46600Km.
Ou seja 2 anos e meio.
De notar que podia ter instalado um kit gasoso por 1500€, e a recuperação iria para uns 35000Km(gastava um pouco mais de gasolina).
por rdd48856 » 19 jun 2018, 19:45
E o @FF sempre resolveu o problema da tampa do motor, e cá está ela:
por rdd48856 » 22 jun 2018, 21:13
Bom mais uma atualização agora que finalmente abasteci (não tenho por hábito deixar acabar os depósitos de GPL, mas neste caso queria testar se a comutação para gasolina era suave e, sendo o meu kit de injeção líquida, se o aproveitamento do GPL era o ideal).
Em ambos os casos nada a referir.
Entretanto o carro foi à revisão na Toyota(revisão dos 105000Km).
É aquilo que eles chamam uma revisão intermédia, uma vez que as revisões são anuais ou a cada 15000Km.
Basicamente óleo e filtro, verificação dos líquidos e teste ao sistema híbrido por forma a garantir a bateria por mais 15000Km ou um ano.
Segundo o rececionista me informou este teste é gratuito em Portugal(não sei se será pago noutros países).
Foi o primeiro Toyota a GPL a fazer a revisão naquela oficina. As interrogações(um híbrido a GPL?) repetiram-se.
Estive a mostrar a instalação e a explicar o funcionamento (da injeção líquida e do lubrificador).
O resultado do teste está aqui: A razão deste teste, na minha opinião, tem mais que ver com a verificação do sistema híbrido na sua globalidade do que com a bateria em si.
É que é possível que uma falha no sistema de refrigeração ou no inversor/conversor possa levar a uma falha prematura da bateria.
De resto testar a bateria hoje com um teste destes (do tipo binário) nada me pode garantir em relação ao que se passará daqui a alguns meses.
E mesmo que a Toyota tenha resultados mais quantitativos não os estou a ver a substituir a bateria preventivamente(isto é antes da centralina do carro acusar erro).
Por outro lado pode ser uma forma da Toyota recolher informação global para o controlo de qualidade das baterias.
Paguei 142€, com a limpeza interior, o que concorre com a revisão do @mpsfilho na Renault(mas no meu caso não havia qualquer campanha).
Finalmente o consumo de GPL ficou-se pelos 6,1 litros (e o consumo de gasolina está nuns 0,3/0,4 litros com lubrificação de válvulas incluída e comutação para gasolina a partir das 4000 rpm).
Se tivesse atestado logo a seguir à viagem o consumo seria superior com certeza, mas entretanto fiz uns 150 Km até acabar o GPL e a média baixou.
Quando entreguei o carro para a revisão a média de C.B. estava em 5,6, como eles me colocaram o CB a zero e fui abastecer com a média a 4,5 é evidente o que acabei de referir. Mesmo assim um consumo muito bom tanto de gasolina como de GPL.
Parece que a injeção líquida casa mesmo bem com o HSD!
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
por Makinen » 22 jun 2018, 22:20
Olá a todos.
Revisão intermédia para filtro e óleo aos 15 mil....
Hoje fui levar o meu Fiat à revisão que é feita de 35 mil em 35 mil, tal como manda o fabricante. Tem 307 mil km. Opiniões dizer-me que não devia fazer tantos quilómetros com o mesmo óleo.se por um lado por vezes penso que é muito e que devia trocar em intervalos menores. Por outro acho que devo confiar na tecnologia e trocar de óleo é sempre um prejuízo para o ambiente.
Na Toyota é este o regime de manutenção, curto e caro. Penso que exagerado apenas pelos concessionários que necessitam de faturar, digo eu. Cá na família o meu sogro tem um Toyota que troca de óleo de 5 em 5 mil... No meu entender um atentado ambiental e à carteira.
Em meu entender, menos um ponto para os híbridos da toyota.
Cumprimentos
Enviado do meu Redmi Note 3 através do Tapatalk
Olá a todos.
Revisão intermédia para filtro e óleo aos 15 mil....
Hoje fui levar o meu Fiat à revisão que é feita de 35 mil em 35 mil, tal como manda o fabricante. Tem 307 mil km. Opiniões dizer-me que não devia fazer tantos quilómetros com o mesmo óleo.se por um lado por vezes penso que é muito e que devia trocar em intervalos menores. Por outro acho que devo confiar na tecnologia e trocar de óleo é sempre um prejuízo para o ambiente.
Na Toyota é este o regime de manutenção, curto e caro. Penso que exagerado apenas pelos concessionários que necessitam de faturar, digo eu. Cá na família o meu sogro tem um Toyota que troca de óleo de 5 em 5 mil... No meu entender um atentado ambiental e à carteira.
Em meu entender, menos um ponto para os híbridos da toyota.
Cumprimentos
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Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
por rdd48856 » 22 jun 2018, 22:31
Pela experiência que tive na Fiat, Citroen e Renault este valor para as revisões (que inclui um bom óleo sintético 5W30) não me parece nada caro...os intervalos de revisão é que podiam ser maiores(35000Km, por outro lado, também me parece exagerado).
Resumindo, acho que as revisões, mesmo pesando o facto de serem anuais ou a cada 15000Km não são globalmente caras, agora também não as acho baratas.
Para mim o ponto forte dos híbridos Toyota é o consumo, o resto acaba por ser mais ou menos equivalente(bem não têm embraiagem e as pastilhas de travão duram 2 ou 3 vezes mais). As do meu foram mudadas a primeira vez aos 87000Km.
Pela experiência que tive na Fiat, Citroen e Renault este valor para as revisões (que inclui um bom óleo sintético 5W30) não me parece nada caro...os intervalos de revisão é que podiam ser maiores(35000Km, por outro lado, também me parece exagerado).
Resumindo, acho que as revisões, mesmo pesando o facto de serem anuais ou a cada 15000Km não são globalmente caras, agora também não as acho baratas.
Para mim o ponto forte dos híbridos Toyota é o consumo, o resto acaba por ser mais ou menos equivalente(bem não têm embraiagem e as pastilhas de travão duram 2 ou 3 vezes mais). As do meu foram mudadas a primeira vez aos 87000Km.
Re: Auris Touring Sports Híbrido - Journey
por Makinen » 22 jun 2018, 22:43
Até pode pesar o facto das pastilhas e da embraiagem (espero que aquele sistema planetário não necessite de um óleo xpto), o óleo é um exagero, não o preço mas os intervalos.
Que precisem de verificar os sistemas de refrigeração do inversor e motor ou ventilação das baterias... Tudo bem. Mudar por mudar....
Vou procurar informações de manutenção de Toyotas..... No Japão e nos states.
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Até pode pesar o facto das pastilhas e da embraiagem (espero que aquele sistema planetário não necessite de um óleo xpto), o óleo é um exagero, não o preço mas os intervalos.
Que precisem de verificar os sistemas de refrigeração do inversor e motor ou ventilação das baterias... Tudo bem. Mudar por mudar....
Vou procurar informações de manutenção de Toyotas..... No Japão e nos states.
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